Da QE ao QT: diminuirá a liquidez global?
Os nossos economistas falam sobre a liquidez global, as taxas de juro do Reino Unido e a queda da inflação nos mercados emergentes.

Ler o relatório completoGlobal-Economic-Outlook-PTPT-Oct2017
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Em resumo:
- A decisão da Reserva Federal (Fed) dos EUA de começar a reduzir o seu balanço é bem-vinda, uma vez que indica mais um passo em direção à normalidade após a crise financeira global. Embora seja previsível que a liquidez continue a aumentar nos próximos 12 a 18 meses, pedimos prudência aos investidores dado que o ritmo de expansão da liquidez começará a enfraquecer lentamente à medida que nos aproximamos de 2018.
- Ainda que o Banco de Inglaterra anteriormente tenha evitado aumentar as taxas de juro, desta vez poderá não conseguir fazê-lo, tendo dado fortes indicações de que as taxas poderiam subir já em novembro. Antecipamos, agora, uma subida das taxas em novembro, mas duvidamos que se trate do início de um importante ciclo de aumentos, devido à vulnerabilidade do consumo e à incerteza causada pelo Brexit.
- Em determinados casos, a queda da inflação nos mercados emergentes (ME) tem sido surpreendente, mas mesmo nos casos em que tem sido modesta, a tendência tem sido inegável. No entanto, pensamos que a tendência de desinflação pode ter chegado ao fim, com implicações tanto para os decisores políticos como para os investidores.
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